
Viveiro Nova Floresta leva experiência em reflorestamento ao programa Raízes do Agro
Lançado pela Costa Agro, iniciativa visa a recuperação de áreas degradadas, preservação de nascentes e conservação ambiental
Empenhados em tornar as atividades agrícolas e florestais sustentáveis, reduzindo o uso de recursos naturais, os custos na produção de mudas e a perda no plantio, o Viveiro Nova Floresta iniciou a produção de mudas nativas utilizando o paper pot, um recipiente feito com papel 100% biodegradável.
O produto substitui o uso de tubetes e de sacolas plásticas, e não há necessidade da retirada da embalagem que se decompõe entre 4 e 6 meses, minimiza a perda de mudas e reduz o estresse durante a transição do viveiro para o local do plantio.
Nosso slogan é: “Mudamos o mundo uma muda por vez”. Junte-se a nós nessa jornadas de preservação ambiental e descubra como podemos atendê-lo de forma consciente e eficaz.
Zanthoxylum rhoifolium Lam.
Lecythis marcgraaviana Mier
Cecropia glaziovii Snethl.
Hymenaea aurea Y.T.Lee & Langenh
Copaifera duckei Dwyer
Swietenia macrophylla King
O Viveiro Nova Floresta participou do lançamento do “Raízes do Agro”, Programa de Recuperação Ambiental e Proteção dos Recursos Hídricos, durante a 2ª edição do Conexão Agro Jacupemba, realizada entre os dias 25 e 27 de junho, em Aracruz. A iniciativa, idealizada pela Costa Agro, conta com a parceria técnica do viveiro, que será responsável pelo fornecimento de mudas de espécies nativas que serão destinadas aos produtores rurais participantes.
O programa tem como objetivo promover a recuperação de nascentes, a preservação dos recursos hídricos, o reflorestamento de Áreas de Preservação Permanente (APPs) e o fortalecimento da sustentabilidade nas propriedades rurais.
Durante a apresentação aos produtores, o diretor técnico do Viveiro Nova Floresta, Adriano Alves da Luz, que atua há 24 anos na área de reflorestamento, destacou a importância da união entre empresas, instituições e produtores para ampliar a conservação ambiental.

“Mais do que plantar árvores, esse projeto representa um investimento no futuro da nossa região. Cada muda colocada no solo contribui para proteger as nascentes, conservar o solo, favorecer a biodiversidade, amenizar os efeitos das mudanças climáticas e garantir mais disponibilidade de água para as próximas gerações”, destacou o diretor técnico do viveiro.
No programa, serão identificadas áreas para adesão dos produtores. Em seguida, será realizada a distribuição das mudas de espécies nativas, acompanhada de orientação técnica especializada e monitoramento do desenvolvimento das áreas recuperadas.
No Viveiro Nova Floresta os recipientes das mudas de espécies nativas, e também de mamão que são comercializados, são produzidos com papel biodegradável com certificação internacional.
Fonte: Assessoria de Comunicação Viveiro Nova Floresta
Produtores rurais, empresários, estudantes e profissionais do setor já podem se inscrever para participar da programação técnica da 2ª edição do Conexão Agro Jacupemba, que será realizada nos dias 25, 26 e 27 de junho, no distrito de Aracruz. A programação reúne palestras e painéis com temas atuais e estratégicos para o agronegócio, abordando assuntos como Reforma Tributária, tecnologia de pulverização, segurança jurídica no campo e painel com panorama atual da safra e perspectivas de mercado de café.
As inscrições para participar da feira são gratuitas e podem ser realizadas pelo link https://shre.ink/conexaoagrojacupemba.
O evento acontecerá às margens da BR-101, próximo ao Posto Trivellin. A abertura do espaço expositivo será na quinta-feira (25), às 16 horas, seguida da solenidade oficial de abertura às 18h30.
Na sexta-feira (26), a programação terá início às 10 horas com a abertura da área de exposição. Às 14h30, o líder tributário da Tess Contabilidade, Diego Alves, ministrará a palestra “Reforma Tributária: o que o produtor rural precisa saber?”. Em seguida, às 15h30, o doutor em Engenharia Agrícola Edney Vitória abordará o tema “Pulverização e aplicação inteligente: sustentabilidade e proteção fitossanitária”.
Às 16h30, os advogados Jaime Neto e Deuciane Ataíde, da LA Advogados, conduzirão a palestra “Estratégias jurídicas no agro: menos risco, mais segurança para produzir e investir”. Logo após, será realizado o painel Panorama Atual da Safra e Perspectivas de Mercado de Café, reunindo especialistas para debater desafios e oportunidades do setor.
Além da programação técnica, o Conexão Agro Jacupemba contará com mais de 40 expositores, apresentando máquinas, equipamentos, insumos agrícolas, tecnologias e serviços voltados ao desenvolvimento do agronegócio.
Os visitantes também poderão acompanhar demonstrações práticas e conhecer soluções que contribuem para o aumento da produtividade e da sustentabilidade no campo.
“Construímos uma programação técnica alinhada aos principais desafios e oportunidades que o agronegócio enfrenta atualmente. São temas que impactam diretamente a rotina do produtor e que podem contribuir para uma tomada de decisão mais eficiente dentro da propriedade. Ao mesmo tempo, o Conexão Agro é um ambiente voltado para a geração de negócios, reunindo empresas que trazem tecnologias, produtos, serviços e soluções inovadoras para o campo. O objetivo é promover um encontro entre conhecimento e oportunidades, fortalecendo toda a cadeia produtiva”, informaram os organizadores do evento, Caio Francisco Fiorot e Devaldo Aragão.
A programação se encerra no sábado (27), com abertura do espaço a partir das 10 horas e encerramento das atividades da feira às 16 horas.
O Conexão Agro Jacupemba é uma realização da Associação dos Produtores Rurais de Jacupemba (Asprojac), com apoio da Prefeitura de Aracruz. A organização é da Campo Vivo e Agro Vision Eventos.
Confira a programação completa:
Quinta-feira, dia 25
16h – Abertura do espaço expositivo
18h30 – Abertura oficial da Conexão Agro Jacupemba
21h – Encerramento do 1º dia
Sexta-feira, dia 26
10h – Abertura do espaço expositivo
14h30 – Palestra: Reforma Tributária: O que o produtor rural precisa saber? | Diego Alves, líder tributário da Tess Contabilidade
15h30 – Palestra: Pulverização e aplicação inteligente: Sustentabilidade e proteção fitossanitária | Edney Vitória, Dr. em Engenharia Agrícola
16h30 – Palestra: Estratégias jurídicas no agro: menos risco, mais segurança para produzir e investir |Jaime Neto e Deuciane Ataíde, LA Advogados
17h30 – Painel Panorama Atual da Safra e Perspectivas de Mercado de Café
21h – Encerramento do 2º dia
Sábado, dia 27
10h – Abertura do espaço expositivo
16h – Encerramento Conexão Agro Jacupemba 2026
Fonte: Assessoria de Imprensa
A Embrapa está em fase final de desenvolvimento do ProCarbon-Soil (Procs), primeiro modelo desenvolvido em região tropical para mensurar a dinâmica da chamada agricultura de carbono (carbon farming), que são atividades agrícolas que visam retirar o carbono da atmosfera e estocá-lo no solo. O novo modelo foi apresentado em um artigo publicado no Soil Science Society of America Journal. Além de ser adaptado às condições da agricultura brasileira, o modelo melhora a compatibilidade entre as variáveis mensuradas e simuladas, o que pode contribuir para tornar o mercado de carbono mais transparente para operadores e agricultores.
Enquanto os tradicionais modelos multicompartimentais de carbono no solo usam entre quatro e oito variáveis de estado e entre sete e 20 parâmetros — alguns deles complexos e de difícil mensuração —, o modelo proposto utiliza apenas duas variáveis mensuráveis: estoque total de carbono e sua decomponibilidade.
Com base em uma abordagem matemática e no arcabouço teórico sobre a dinâmica do carbono orgânico no solo, o Procs simula com precisão os impactos de práticas agrícolas como rotação de culturas, plantio direto e preparo do solo em diferentes condições climáticas. Para que o desenvolvimento fosse possível, foi usada uma base de dados primários composta por informações de pesquisas da Embrapa e da Bayer, empresa parceira do projeto. A calibragem do modelo exigiu outra extensa base de dados secundários, composta por 4.290 amostras de solo de todas as regiões brasileiras, oriundas de 370 estudos publicados.
“O que a gente precisa para o mercado de carbono é a dinâmica, a variação do carbono total. Uma segunda métrica é associada à qualidade desse carbono, o quão estável ele está. Outros modelos particionam o carbono em diferentes compartimentos. O nosso avalia a qualidade geral do carbono”, afirma Luis Gustavo Barioni, pesquisador da Embrapa Agricultura Digital (SP) e líder do projeto.
Barioni explica que, além de ser mensurável, verificável e reportável de um modo mais simples, o modelo proposto traz vantagens para a agricultura brasileira. Até então todos os outros modelos reconhecidos no mercado de carbono haviam sido desenvolvidos em regiões temperadas, onde os sistemas produtivos são diferentes e o comportamento da matéria orgânica no solo também é distinta.
“Entre essas vantagens destacam-se a autonomia e o desenvolvimento contínuo para que não fique obsoleto. É um modelo nosso, temos a propriedade intelectual, o que é outra vantagem importante”, afirma Barioni.
Para que o Procs possa ser adotado, ele precisa de acreditação por certificadoras que atuam no mercado voluntário de carbono. No momento, os pesquisadores estão elaborando um Relatório de Validação de Modelo para ser enviado à Verra, a maior certificadora de créditos de carbono do mundo.
O Procs foi desenvolvido no âmbito do projeto PRO Carbono, uma parceria entre Embrapa e Bayer. Ele será embarcado em uma grande plataforma da multinacional; além disso, subsidiará o Inventário Nacional de Emissões e Mitigação de Gases de Efeito Estufa e ações de política pública.
“Esse modelo precisa ser reconhecido pela academia e por outros atores. Quanto mais gente usá-lo, maior será a sua credibilidade”, explica Barioni.
Há duas formas de se medir a dinâmica do carbon farming. Uma delas é com base em amostras de solo feitas em um momento zero e repetidas após um intervalo de tempo. Essa forma é cara, trabalhosa e demorada. A segunda forma é por meio de modelos que são reconhecidos pelas certificadoras do mercado de carbono.
Nos estudos, o Procs demonstrou ser capaz de produzir trajetórias muito semelhantes às geradas pelo modelo Century, um modelo multicompartimental clássico. Para um período de simulação de 50 anos, o erro quadrático médio entre as estimativas dos modelos foi de 1,03 toneladas de carbono por hectare.
De acordo com os pesquisadores responsáveis, a incerteza do Procs é menor até mesmo em comparação àquela encontrada em medições de campo com os protocolos tradicionais. Em medições diretas da variação do estoque de carbono em talhões típicos de fazendas brasileiras com aproximadamente 40 hectares, o erro chega a 3,8 toneladas por hectare.
Além de ter um grau de precisão aceitável para ser reconhecido pelas certificadoras, o Procs busca superar desafios da comercialização de carbono (Carbon Farming Trading Schemes – CFTS) e tornar projetos de crédito de carbono mais viáveis, confiáveis e auditáveis.
Outra vantagem do ProCarbon-Soil é sua compatibilidade com novas tecnologias de fusão de modelos e dados (também chamada de assimilação de dados). Por meio delas será possível alimentar, de forma automática, os modelos com dados de satélite, por exemplo. E com o uso de técnicas de fusão modelo-dados e de inteligência artificial, será possível identificar e corrigir desvios conforme a medição.
“É o que tem se chamado de data learning (aprendizagem de dados) — assimilação de dados e machine learning (aprendizagem de máquina) —, combinada com a fusão de modelo de dados. Nosso modelo é mais adequado para isso e acreditamos que essas novas tecnologias estarão cada vez mais associadas à estimação da variação dos estoques de carbono”, explica Luis Gustavo Barioni.
O artigo ProCarbon-Soil: A dynamic model for improved model-data compatibility in carbon farming foi publicado na edição de maio da Soil Science Society of America Journal. Além de Luis Barioni, assinam o trabalho os pesquisadores bolsistas do projeto Beatriz Valladão, Vitor Mourão, Yusuf Karatay, Junior Damian e Vinicius Melício. Também assinam o artigo Robert Ewing, da Climate LLC (Estados Unidos), Rodrigo Rejaili, da Bayer Crop Science, e Rafael Silva, da Universidade de Edimburgo (Escócia).
Fonte: Embrapa Agricultura Digital
A Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) acaba de alcançar mais um marco para a cafeicultura brasileira. A instituição registrou três novas cultivares de café conilon/robusta – Caxixe, Aimorés e Leve L80 – ampliando para dez o número de cultivares registradas pela universidade. Com isso, a Ufes se consolida como a única instituição de ensino do país a coordenar registros de cultivares de café.
As novas cultivares apresentam características inovadoras que ampliam as possibilidades de cultivo em diferentes ambientes e atendem a demandas específicas do setor produtivo. Os registros foram realizados junto ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e resultam de anos de pesquisa, avaliações de campo e parcerias com produtores, instituições de pesquisa e órgãos de fomento.
Entre os destaques está a cultivar “Caxixe” (Registro no Mapa nº 60869), composta por cinco genótipos adaptados a condições de baixa temperatura. Os estudos foram conduzidos na região do Caxixe, em Venda Nova do Imigrante (ES), a cerca de 1.100 metros de altitude, uma condição até então considerada desafiadora para o cultivo do conilon. O trabalho foi desenvolvido em parceria com o Grupo Khas e contou com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (Fapes).
Já a cultivar “Aimorés” (Registro no Mapa nº 60407) reúne seis genótipos adaptados às condições do Leste de Minas Gerais. Os ensaios foram realizados no município de Aimorés, em parceria com produtor rural, Emater e apoio da Fapes. O registro representa um avanço importante para a expansão do conilon em território mineiro.
Outra inovação é a cultivar “Leve L80” (Registro nº 59724), o material apresenta 1,33 grama de cafeína por 100 gramas de café, cerca de 30% menos que a média observada em outras cultivares de conilon. O genótipo deve ser cultivado em conjunto com outros materiais e foi desenvolvido em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), também com apoio da Fapes.
Segundo o professor Fábio Luiz Partelli, que liderou as dez pesquisas, os registros representam conquistas inéditas para a cafeicultura nacional.
“Esses genótipos e cultivares são inéditos para altitude do Espírito Santo, representam a primeira cultivar de conilon para o Estado de Minas Gerais e a primeira cultivar registrada com baixo teor de cafeína, trazendo diversas contribuições para a sociedade”, destaca.
Além dos benefícios diretos aos produtores, Partelli ressalta que os projetos geram impactos significativos para a ciência e a formação de profissionais.
“Esses trabalhos fazem parte de pesquisas mais amplas que geram em publicações em revistas de grande impacto nacional e internacional, e contribuem significativamente para a formação de recursos humanos, trabalhos de iniciação científica e formação de mestres e doutores”, afirma.
As novidades na área de melhoramento genético não devem parar por aí. De acordo com o pesquisador, a expectativa é que ainda em 2026 sejam solicitados mais dois registros de cultivares envolvendo genótipos híbridos e materiais de porte alto adaptados às condições do Espírito Santo e da Bahia.
Os resultados dessas pesquisas poderão ser apresentados durante o 15º Simpósio do Produtor de Conilon, promovido pela Ufes em São Mateus, previsto para ocorrer em 26 de novembro.
Mais informações podem ser encontradas no site: www.cafeconilon.com, na parte de livros. No livro: https://cafeconilon.com/wp-content/uploads/2025/11/14.-2025.-LIVRO-Completo.-Cafe-Conilon-2025.pdf



Fonte: Portal Campo Vivo
Uma fusariose, ainda pouco conhecida, vem afetando plantas mais velhas de café, levando-as à morte.
A fusariose, como o nome indica, é causada por fungos do gênero Fusarium, que atacam várias culturas agrícolas. A doença tem como característica principal o ataque do fungo junto aos vasos do lenho, no tronco e nos ramos, interrompendo a passagem da seiva e comprometendo o desenvolvimento das plantas.
O cafeeiro da espécie Coffea arabica tem se mostrado pouco suscetível à fusariose, não havendo, no geral, problemas dessa doença em plantas jovens de café. Já na espécie Coffea canephora, têm ocorrido, nos últimos anos, ataques severos provocados pelas espécies Fusarium decemcellulare, F. lateritium e F. solani.
A presente nota técnica tem por objetivo relatar observações sobre a ocorrência de uma fusariose tardia, ou seja, o ataque da doença em plantas velhas de café. Esse ataque se inicia à medida que os cafeeiros são podados e, nesse caso, a entrada do fungo ocorre pela porção do caule submetida à poda.
A entrada da fusariose, a partir do ponto onde é efetuada a poda do tronco, fica evidente ao se observar que, em uma planta decotada, os sintomas da doença começam exatamente no topo da planta e, daí, a seca da copa vai descendo até chegar a matar a planta.
A constatação de que se trata de fusariose em plantas velhas de cafeeiros pode ser feita através do corte, com faca, do tronco, logo abaixo da casca. Ali podem ser observadas listras escuras e avermelhadas ao longo dos vasos (ver ilustração).
No campo, a doença pode ser observada de longe, com a morte parcial e a seca de parte da copa. Com a evolução, a planta vai ficando fraca, à medida que a parte morta da copa aumenta, podendo levar à morte dos cafeeiros. Esses sintomas podem ser observados nas ilustrações aqui incluídas.
Os prejuízos causados pela fusariose tardia consistem na perda parcial ou total da copa e, consequentemente, na perda de área produtiva. Além disso, pela morte das plantas, ocorre redução do estande da lavoura. Para retardar o problema, uma forma de controle consiste em efetuar uma poda bem abaixo da parte afetada do tronco, reduzindo assim a porção com vasos entupidos, e aguardar a brotação, o que pode prolongar a vida das plantas.
Os prejuízos causados pela fusariose tardia consistem na perda parcial ou total da copa e, consequentemente, na perda de área produtiva. Além disso, pela morte das plantas, ocorre redução do estande da lavoura. Para retardar o problema, uma forma de controle consiste em efetuar uma poda bem abaixo da parte afetada do tronco, reduzindo assim a porção com vasos entupidos, e aguardar a brotação, o que pode prolongar a vida das plantas.
Cafeeiros atacados por fusariose, com morte de copa de cima pra baixo, coincidindo, o inicio, na parte do tronco decotada, do cafeeiro
Fonte: José Braz Matiello, CaféPoint
O Viveiro Nova Floresta distribuiu mil mudas de Ipê-rosa durante a Campanha de Sensibilização dos Usuários da BR-101, em celebração ao Dia Mundial do Meio Ambiente. Durante a ação, realizada em 5 de junho e organizada pela Rebio de Sooretama e ICMBio, foram abordados 402 veículos, alcançando 804 pessoas.
Cidadãos de 14 unidades federativas, incluindo 13 estados brasileiros inseridos no bioma Mata Atlântica e a Argentina participaram da iniciativa, fato que demonstra o alcance e a relevância da sensibilização ambiental para públicos de diferentes regiões.
Esse é o quarto ano que o viveiro participa da ação, informou a diretora do Grupo Viveiro Nova Floresta, Jacqueline Delogo Ferreira.
“Projetos como este contribuem significativamente para a conservação ambiental e para a qualidade de vida da população. Por isso, apoiamos iniciativas que promovem a conscientização sobre a preservação da biodiversidade e a importância de cuidar da vida em todas as suas formas”, destacou a diretora do viveiro.
A ação foi realizada no antigo Pocof km 102,5 no município de Sooretama.
Redação Viveiro Nova Floresta








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Lançado pela Costa Agro, iniciativa visa a recuperação de áreas degradadas, preservação de nascentes e conservação ambiental

O evento conta com mais de 40 expositores e oportunidades de negócios

É o primeiro modelo desenvolvido em região tropical para mensurar a dinâmica da chamada agricultura de carbono
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