
Clones de café impulsionam produtividade e sustentabilidade da cafeicultura capixaba
Destaque para clones que elevam a produtividade, tem maior uniformidade e resistência a pragas e doenças
Empenhados em tornar as atividades agrícolas e florestais sustentáveis, reduzindo o uso de recursos naturais, os custos na produção de mudas e a perda no plantio, o Viveiro Nova Floresta iniciou a produção de mudas nativas utilizando o paper pot, um recipiente feito com papel 100% biodegradável.
O produto substitui o uso de tubetes e de sacolas plásticas, e não há necessidade da retirada da embalagem que se decompõe entre 4 e 6 meses, minimiza a perda de mudas e reduz o estresse durante a transição do viveiro para o local do plantio.
Nosso slogan é: “Mudamos o mundo uma muda por vez”. Junte-se a nós nessa jornadas de preservação ambiental e descubra como podemos atendê-lo de forma consciente e eficaz.
Zanthoxylum rhoifolium Lam.
Lecythis marcgraaviana Mier
Cecropia glaziovii Snethl.
Hymenaea aurea Y.T.Lee & Langenh
Copaifera duckei Dwyer
Swietenia macrophylla King
A pesquisa e o melhoramento genético vêm transformando a cafeicultura do Espírito Santo, com destaque para o cultivo de clones de café que elevam a produtividade, garantem maior uniformidade das lavouras e ampliam a resistência a pragas e doenças. Desenvolvidas e recomendadas pelo Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), as cultivares clonais têm contribuído para o aumento da renda no campo e para a sustentabilidade da produção.
O programa de melhoramento do café conilon no Estado é referência nacional. A partir da seleção criteriosa de plantas matrizes com alto desempenho agronômico, foram desenvolvidas cultivares adaptadas às diferentes regiões produtoras capixabas. Entre os principais materiais recomendados estão a Vitória Incaper 8142, com alto potencial produtivo e ampla adaptação regional; a Diamante ES8112, de maturação precoce e elevado rendimento; a Jequitibá ES8122, com estabilidade produtiva e vigor vegetativo; a Centenária ES8132, de ciclo tardio que amplia a janela de colheita; e a Marilândia ES 8143, tolerante à seca.
Segundo o pesquisador do Incaper Abraão Verdin, o programa de melhoramento genético do café conilon foi responsável por uma profunda transformação na cafeicultura capixaba nas últimas décadas.
“O desenvolvimento das primeiras variedades clonais representou uma verdadeira revolução no campo, elevando significativamente a produtividade das lavouras. Com o avanço das pesquisas, surgiram materiais cada vez mais produtivos, resistentes e adaptados às condições climáticas do Estado, como a Vitória Incaper 8142 e, posteriormente, cultivares como Diamante ES8112, Jequitibá ES8122 e Centenária ES8132. Hoje, com a combinação entre genética superior e técnicas de manejo, como a poda programada de ciclo, muitas lavouras já alcançam produtividades superiores a 150 sacas por hectare”, explicou.
Essas cultivares são compostas por conjuntos de clones superiores compatíveis entre si, o que garante maior uniformidade da lavoura, estabilidade produtiva e melhor aproveitamento da colheita.
Café arábica
Além do conilon, o Incaper também tem avançado na validação de cultivares de café arábica adaptadas às regiões de maior altitude do Estado. Em maio de 2025, o instituto anunciou a recomendação de novos materiais após seis anos de pesquisas conduzidas em 12 municípios das regiões das Montanhas, Caparaó e Noroeste capixaba. Entre as cultivares indicadas estão Catucaí 785/15, Catucaí Amarelo 2SL, Catucaiam 24137, Japy, Acauã Novo, Arara, IPR 103 e Tupi IAC 1669-33. Os materiais apresentam elevado potencial produtivo, qualidade superior de bebida e resistência a pragas e doenças.
De acordo com o pesquisador do Incaper Maurício Fornazier, os estudos realizados diretamente em propriedades de agricultores familiares demonstraram ganhos expressivos para a produção de café arábica no Estado.
“Os resultados mostram que o uso dessas cultivares pode elevar a produtividade das lavouras em até 100% e reduzir significativamente a necessidade de fungicidas para o controle da ferrugem-do-cafeeiro. Além disso, a adoção de materiais com diferentes épocas de maturação permite ampliar o período de colheita, melhorar a qualidade da bebida e otimizar o uso da mão-de-obra familiar e das estruturas de pós-colheita”, destacou.
De acordo com o secretário de Estado da Agricultura, Enio Bergoli, o investimento em ciência é estratégico para manter o Espírito Santo na liderança da produção nacional. “O fortalecimento da pesquisa e do melhoramento genético garante ao produtor acesso a materiais mais produtivos, resistentes e adaptados às nossas condições climáticas. Isso significa mais competitividade, sustentabilidade e renda no campo. A cafeicultura capixaba é referência porque investe em tecnologia e inovação”, afirmou.
A gerente de Projetos de Cafeicultura, Aline dos Santos Silva, reforça que os ganhos são potencializados quando as cultivares são associadas às boas práticas de manejo. “A adoção dos clones e das novas cultivares, aliada à adubação equilibrada, irrigação eficiente, poda adequada e controle fitossanitário, proporciona incrementos significativos de produtividade. Além do aumento do volume colhido, o produtor percebe maior uniformidade da lavoura, menos falhas e melhor organização da colheita”, explicou.
Fonte: Comunicação Seag e Incaper
O Viveiro Nova Floresta deu mais um passo importante rumo à expansão e modernização de sua estrutura produtiva com a aquisição da terceira máquina de produção, reforçando o compromisso em atender à crescente demanda do mercado com eficiência e qualidade. Com a ampliação, o viveiro saltou de uma produção média de 100 mil para 125 mil paper pots por dia.
O novo equipamento, também da marca Ellepot, importado da Dinamarca, além do aumento no volume diário, trouxe um diferencial estratégico. “Agora é possível produzir, simultaneamente, mudas nos diâmetros 35, 40 e 50 milímetros, o que reduz significativamente o tempo de espera dos clientes e otimiza o fluxo de pedidos”, destacou o gestor do Viveiro Nova Floresta, Adriano Alves da Luz.
Para acompanhar o crescimento produtivo, o viveiro também investiu na ampliação da equipe, garantindo que a operação mantenha o padrão de qualidade e a eficiência já reconhecidos pelos produtores.

A direção da empresa destaca que a aquisição faz parte de um planejamento contínuo de expansão. Novos investimentos já estão previstos, com foco na modernização dos processos e na melhoria constante da produção.
Com a terceira máquina em funcionamento, o Viveiro Nova Floresta fortalece sua posição no mercado, ampliando a capacidade de atendimento e reafirmando seu compromisso com inovação, agilidade e excelência no fornecimento de mudas.
Produção
No viveiro são produzidas mudas de mamão no paper pot, recipiente com substrato envolto em papel 100% biodegradável, com certificação internacional Forest Stewardship Council (FSC®), em formato cilíndrico, além da fabricação de recipientes para atender em sua maior parte viveiristas. O papel utilizado pela empresa é da marca Ellepot.
Comercializam recipientes em diversos diâmetros: 35 mm x 60 mm; 35 mm x 120 mm; 40 mm x 120 mm; 40 mm x 150 mm; 50 mm x 120 mm; 50 mm x 150 mm.
Utilizam o Substrato Comercial Carolina Soil e o Basacote Mini 6M, fertilizante de alta tecnologia, desenvolvido para liberação controlada dos nutrientes.
Viveiro Nova Floresta
É um empreendimento pioneiro no Espírito Santo a produzir mudas sustentáveis. Localizado em Jacupemba, distrito de Aracruz/ES, o viveiro integra práticas avançadas de cultivo e propagação com o uso do paper pot, facilitando o transplante e promovendo um desenvolvimento radicular mais saudável para as plantas.
Fonte: Assessoria de Comunicação Viveiro Nova Floresta
O ataque-surpresa dos EUA e Israel ao Irã no sábado (28), que matou o aiatolá supremo Ali Khamenei e cerca de quatro dezenas de integrantes da elite do poder, deve redesenhar o mapa do Oriente Médio. Sobre o assunto, o Boletim Carvalhaes que circulou na sexta (6) destaca que o desfecho é incerto, mas certamente vai reconfigurar o equilíbrio de forças na região.
“A guerra, que continua, trouxe imediatamente sérios problemas ao transporte marítimo na região, com o fechamento do Estreito de Ormuz, rota por onde passam cerca de 20% do petróleo e gás que abastecem o planeta, e também muitas outras mercadorias, entre elas o café. Todo o tráfego marítimo no Golfo Pérsico e no Mar Vermelho foi afetado”, analisa o informativo.
Segundo o BC, esse seríssimo conflito é mais um complicador no “já confuso cenário do mercado internacional do café”. O petróleo disparou nas bolsas ao redor do mundo e impactou também commodities agrícolas, energéticas e metálicas.
Os contratos de arábica na ICE Future US e os de robusta na ICE Europe trabalharam em alta na semana passada.
Na ICE Futures US, os contratos para maio próximo oscilaram nesta sexta (6) 785 pontos entre a máxima e a mínima, batendo, na máxima do dia, em US$ 2,9750 por libra peso, alta de 870 pontos. Fecharam valendo US$ 2,9330 por libra peso, alta de 450 pontos (1,56%). Na quinta (5) subiram 255 pontos (0,89%) e, na quarta (4), ganharam 310 pontos (1,09%). Em fevereiro caíram 3.460 pontos (10,97%) e, em janeiro, 1.800 pontos (5,40%).
Na ICE Europe, os contratos de robusta para maio próximo bateram, na máxima de sexta (6), em 3.822 por tonelada – alta de US$ 71 dólares. Fecharam o pregão a US$ 3.772, alta de US$ 21 (0,56%) por tonelada. Na quinta (5) subiram US$ 17 (0,46%) e, na quarta (4), US$ 29 (0,78%). Em fevereiro, caíram US$ 413 (10,23%) e, em janeiro, subiram US$ 165 (4,26%).
Em reais por saca, os contratos para maio próximo na ICE Futures US fecharam, na sexta (6), valendo R$ 2.034,16. Encerraram a sexta retrasada (27) a R$ 1.906,64 e a sexta anterior a ela (20) a R$ 1.956,13.
O mercado físico brasileiro de arábica permaneceu com volume baixo de negócios fechados, enquanto que o mercado físico de conilon apresentou um número mais expressivo de negócios fechados. Os produtores de arábica mostram pouca disposição em vender o café que ainda resta da atual safra 2025/2026 nas bases oferecidas pelo mercado. Há interesse comprador para todos os padrões de café.
Até dia 4, os embarques de fevereiro estavam em 2.066.665 sacas de arábica, 226,221 sacas de conilon, mais 317.204 sacas de solúvel, totalizando 2.610.090 sacas embarcadas, contra 2.753.549 sacas no mesmo dia de janeiro. Até o mesmo dia 4, os pedidos de emissão de certificados de origem para embarque em fevereiro totalizavam 2.638.467 sacas, contra 2.928.350 sacas no mesmo dia do mês anterior.
Até dia 5, os embarques de março estavam em 337,854 sacas de arábica, 34.186 sacas de conilon, mais 9.472 sacas de solúvel, totalizando 381.512 sacas embarcadas, contra 336.967 sacas no mesmo dia de fevereiro. Até o mesmo dia 5, os pedidos de emissão de certificados de origem para embarque em março, totalizavam 629.183 sacas, contra 588.378 sacas no mesmo dia do mês anterior.
Fonte: Publicado por Notícias Agrícolas, material escito por Escritório Carvalhaes
Em celebração ao Dia Internacional da Mulher, o Viveiro Nova Floresta realizou um momento especial dedicado às suas colaboradoras, reconhecendo a força, a dedicação e a importância das mulheres dentro e fora do ambiente de trabalho.
Atualmente, o viveiro conta com 16 mulheres em sua equipe, profissionais que desempenham um papel essencial em todas as etapas do processo produtivo, especialmente no cuidado com as mudas – uma atividade que exige atenção, sensibilidade e zelo.
O trabalho delicado de manuseio, preparo e desenvolvimento das mudas é conduzido com responsabilidade e comprometimento, características que refletem a importância feminina no setor, disse a diretora do Grupo Viveiro Nova Floresta, Jacqueline Delogo Ferreira, reforçando que a iniciativa é uma forma de valorização e reconhecimento.
“Reconhecemos a força da mulher e a sua importância para a sociedade e para o nosso viveiro. A ação reforça o compromisso do viveiro com a valorização das pessoas, promovendo um ambiente de respeito, reconhecimento e igualdade, celebrando o protagonismo feminino dentro da empresa e na sociedade”, frisou a diretora do Grupo Viveiro Nova Floresta.
Fonte: Assessoria de Comunicação Viveiro Nova Floresta
O Viveiro Nova Floresta anunciou uma importante novidade para fortalecer o atendimento aos produtores rurais e viveiristas: a aquisição de um caminhão próprio, especialmente destinado ao transporte e à entrega de mudas e do recipiente paper pot em todo o território nacional. A iniciativa busca atender à crescente demanda do setor, oferecendo mais segurança, agilidade e eficiência logística.
Com capacidade média para transportar cerca de 50 mil mudas por viagem e entre 150 mil e 200 mil unidades de pot paper, a depender do diâmetro, o novo veículo já está em operação. As entregas, segundo a diretora do Grupo Viveiro Nova Floresta, Jacqueline Delogo Ferreira, são realizadas em diversas regiões do Brasil, garantindo que produtores e viveiristas recebam seus pedidos com maior comodidade e organização.
“O investimento foi motivado, principalmente, pela dificuldade enfrentada pelos clientes na contratação de fretes adequados para esse tipo de carga. O transporte de mudas exige cuidados específicos, como acondicionamento apropriado, ventilação e estabilidade durante o trajeto”, explicou a diretora.
Com o caminhão próprio, o viveiro passa a oferecer uma logística mais segura e adaptada às necessidades do produto, reduzindo riscos de danos e assegurando a qualidade das mudas até o destino final.
Agendamento
Outro diferencial é que o agendamento da entrega e a consulta do valor do frete podem ser feitos no ato da encomenda, facilitando o planejamento do produtor e garantindo maior transparência no processo.
A medida representa um avanço estratégico para o viveiro, que reforça seu compromisso com a eficiência, o suporte ao produtor e a expansão do atendimento em todo o Brasil.
Fonte: Assessoria de Comunicação Viveiro Nova Floresta
A EDP, distribuidora de energia elétrica do Espírito Santo, está convocando os agricultores que utilizam irrigação ou aquicultura para realizarem o recadastramento obrigatório, visando assegurar a continuidade do desconto de 60% na tarifa de energia elétrica no horário destinado à atividade. O processo de atualização cadastral precisa ser finalizado dentro do prazo de seis meses contados da primeira notificação impressa na fatura e pode ser realizado, preferencialmente, pelo site https://www.edp.com.br/cadastro-rural.
Um alerta importante é quanto à documentação que deve ser apresentada mesmo que o cliente não deseje manter o benefício no próximo ciclo, pois a mesma é necessária para a regularização cadastral para análise do período anterior ao qual se aplica a cobrança retroativa.
O recadastramento, exigido pela ANEEL a cada três anos, visa garantir que apenas atividades de irrigação ou aquicultura ativas recebam o benefício. Neste ciclo, ao todo, 15.344 clientes da baixa tensão (Grupo B), classificados como irrigantes ou aquicultor, terão que atualizar seus dados para não perderem o benefício. Até o momento, 75% dos clientes já realizaram o recadastramento.
A comunicação sobre a necessidade do recadastramento vem na conta de energia, destacada na seção “Atenção”. Além disso, a EDP também está enviando mensagens via whatsapp, SMS e emails para os números e endereços eletrônicos registrados. Diante disso, a distribuidora reforça que é fundamental que os clientes mantenham seus dados atualizados.
A região Norte do Espírito Santo concentra mais de 80% dos clientes irrigantes elegíveis ao recadastramento, principalmente nos municípios de Nova Venécia, São Mateus, Rio Bananal, Linhares, Jaguaré e Aracruz.
Documentação
Para realizar o recadastramento, é necessário apresentar documento que dá direito sobre o uso de água para irrigação como outorga, protocolo de solicitação ou dispensa da outorga pelos órgãos competentes e documentos de comprovação de atividade rural como bloco de produtor, inscrição estadual de produtor rural, contrato de arrendamento, entre outros.
Informações adicionais:
· O recadastramento pode ser solicitado pelo site https://www.edp.com.br/cadastro-rural. Reforçando a atenção para anexar a documentação completa solicitada.
· A documentação de outorga possui validade pelo órgão emissor. Os clientes precisam apresentar documentação com validade ainda em vigência para concretizar o recadastramento. Caso a documentação esteja vencida o pedido será negado para continuidade do benefício, mas será considerada para análise do retroativo.
· O cliente que não se manifestar ou apresentar documentação incompleta/inválida terá seu benefício cancelado e será informado em fatura sobre a perda. Além da perda, será realizada a cobrança retroativa do benefício recebido de forma indevida via cobrança complementar. Essa cobrança cessará caso o cliente apresente a documentação completa e o débito ainda não esteja vencido.
· Não haverá emissão da cobrança retroativa caso o cliente apresente imediatamente a documentação necessária e regularize o cadastro.
Em caso de dúvidas, a EDP orienta a contatar os canais oficiais da empresa.
WhatsApp: (27): 99772-2549
Site: www.edponline.com.br
Central de Atendimento: 0800 721 0707
Fonte: assessoria de imprensa EDP
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