
Restauração ambiental impulsiona desenvolvimento regional em MG e ES
Iniciativas socioambientais da Samarco fazem parte de uma estratégia que combina recuperação ambiental, participação social e desenvolvimento local
Empenhados em tornar as atividades agrícolas e florestais sustentáveis, reduzindo o uso de recursos naturais, os custos na produção de mudas e a perda no plantio, o Viveiro Nova Floresta iniciou a produção de mudas nativas utilizando o paper pot, um recipiente feito com papel 100% biodegradável.
O produto substitui o uso de tubetes e de sacolas plásticas, e não há necessidade da retirada da embalagem que se decompõe entre 4 e 6 meses, minimiza a perda de mudas e reduz o estresse durante a transição do viveiro para o local do plantio.
Nosso slogan é: “Mudamos o mundo uma muda por vez”. Junte-se a nós nessa jornadas de preservação ambiental e descubra como podemos atendê-lo de forma consciente e eficaz.
Zanthoxylum rhoifolium Lam.
Lecythis marcgraaviana Mier
Cecropia glaziovii Snethl.
Hymenaea aurea Y.T.Lee & Langenh
Copaifera duckei Dwyer
Swietenia macrophylla King
Com previsão de alcançar 100% da capacidade produtiva instalada a partir de 2028, a Samarco trabalha para ampliar a produção mantendo a sustentabilidade integrada às decisões que orientam suas operações em Minas Gerais e no Espírito Santo. Aos 49 anos, a empresa conduz programas ambientais e sociais que envolvem a restauração de florestas nativas na Bacia do Rio Doce, educação ambiental e o monitoramento da fauna e de recursos hídricos.
Um dos eixos centrais dessa agenda está no cumprimento dos compromissos assumidos no Novo Acordo do Rio Doce, homologado pelo Supremo Tribunal Federal em 2024. A empresa é responsável por ações de restauração florestal em 50 mil hectares e pela recuperação de 5 mil nascentes. Até agosto de 2026, mais de 47 mil hectares e 4,6 mil nascentes já haviam sido cercados para o processo de restauração. O trabalho envolve a coleta de sementes de espécies nativas da Mata Atlântica, produção de mudas, cercamento de áreas, plantio e monitoramento técnico.
As intervenções ocorrem em cerca de 3 mil propriedades rurais particulares em Minas Gerais e no Espírito Santo, mediante autorização e parceria direta com os produtores. O foco é a recomposição de Áreas de Preservação Permanente (APPs), como margens de rios, nascentes e encostas. Além de recuperar a vegetação e aumentar a disponibilidade hídrica na bacia hidrográfica, o modelo movimenta a economia local ao gerar demandas por serviços florestais, manejo de campo, viveiros e coleta de sementes, integrando conservação e renda regional.
Outro componente dessa estratégia é o acompanhamento técnico da biodiversidade. A iniciativa é mantida por meio de programas permanentes de monitoramento de fauna terrestre, aquática e marinha, além de indicadores relacionados à qualidade da água, sedimentos, ruídos, vibrações e condições atmosféricas. As informações coletadas servem de base para a gestão ambiental e para a avaliação dos resultados das ações de recuperação.
Na Bacia do Rio Doce, esse trabalho inclui o Programa de Monitoramento Quali-Quantitativo Sistemático de Água e Sedimentos (PMQQS), que acompanha continuamente a qualidade da água e dos sedimentos da bacia. Os dados são públicos e contribuem para análises técnicas e para o acompanhamento das condições ambientais da região.
Segundo João Batista Soares, gerente-geral de meio ambiente da Samarco, a recuperação ambiental exige planejamento de longo prazo e articulação com diferentes atores.
“A recuperação de ecossistemas é um processo contínuo, que depende de acompanhamento técnico, participação social e construção de parcerias. Os resultados vão além da recuperação das áreas e contribuem para fortalecer a relação das comunidades com os recursos naturais do território.”
Paralelamente ao plano de retomada operacional, a Samarco mantém o compromisso de cumprir integralmente as obrigações previstas no Novo Acordo do Rio Doce. A atuação reúne a continuidade de ações de restauração florestal e investimentos direcionados ao desenvolvimento socioambiental dos municípios atendidos em Minas Gerais e no Espírito Santo.
Educação ambiental e uso sustentável do território
A frente ambiental atua conectada a iniciativas de educação e engajamento comunitário. Entre janeiro e agosto de 2026, foram realizadas 314 ações em 29 municípios das áreas de operação da Samarco em Minas Gerais e no Espírito Santo. As iniciativas abordaram temas como uso consciente da água, reciclagem, prevenção de incêndios florestais e economia circular, alcançando estudantes, educadores, moradores e empregados.
Durante as ações relacionadas ao Dia Mundial da Água, mais de duas mil pessoas participaram de atividades realizadas em escolas, instituições de ensino e espaços comunitários. A programação buscou ampliar o debate sobre preservação dos recursos hídricos e estimular práticas voltadas ao uso responsável da água.
A relação entre meio ambiente e desenvolvimento dos territórios também aparece em projetos que estimulam novos usos dos espaços naturais. Em Camargos, distrito de Mariana (MG), o Projeto Tapé apoiou a implantação de trilhas destinadas ao esporte, lazer e turismo de natureza. A iniciativa contribuiu para valorizar os atrativos ambientais da região e ampliar oportunidades associadas à atividade turística e à circulação de visitantes.

Fonte: Tribuna Online
No dia 26 de novembro acontece a 15º edição do Simpósio do Produtor de Canéfora, no Centro Universitário Norte do Espírito Santo (Ceunes) – Campus de São Mateus, da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), idealizadora do evento. Dr. Roberto Rodrigues, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e ex-ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, é um dos palestrantes confirmados.
O simpósio é exclusivo ao café conilon/canéfora, trazendo novidades de pesquisa realizadas no Espírito Santo, Bahia, Rondônia e outros lugares do Brasil e até mesmo do mundo. Assuntos como irrigação, drone, doenças do cafeeiro, conservação do solo serão abordados na programação.
“A proposta sempre foi levar ao produtor informações de alto nível para contribuir com a produção do café canéfora. Além disso, focaremos em cultivares, inéditas, registradas no final do ano passado e outras em fase de registro, com foco no Espírito Santo, na região baixa e de alta altitude”, informou professor da Ufes, Dr. Fábio Luiz Partelli.
Paralelo ao evento, acontece o 4º Simpósio de Pesquisas e Tecnologias em Coffea canephora, nos dias 25 e 26 de novembro.
Programação
7h30 – 8h10 | Inscrição (levar 2kg de alimento – Projeto Araçá)
8h1 – 8h30 | Café com prosa (pôsteres científicos e parceiros)
8h30 – 9h | Abertura
9h30 – 10h30 | Perspectivas do Agronegócio Brasileiro – Dr. Roberto Rodrigues (FGV)
10h30 – 11h20 | Contribuições da UFES e Novas Cultivares – Dr. Fábio Luiz Partelli (UFES)
11h20 – 11h40 | Homenagens a cafeicultores
11h40 – 12h10 | Discussão/debate: CREA-ES e Setor Produtivo
12h10 – 13h30 | Almoço (pôsteres científicos e parceiros)
13h30 – 14h | Irrigação por gotejamento no Conilon – Dr. Robson Bonomo (UFES)
14h – 14h30 | Avanços do uso de Drones na Cafeicultura – Dr. Edney Leandro da Vitória (UFES)
14h30 – 15h | Manejo integrado do solo e da água – Dr. Ivoney Gontijo (UFES)
15h – 15h30 | Manejo de Doenças no cafeeiro – Dr. Willian Bucker Moraes (UFES)
15h30 – 16h | Principais pesquisas do NEPECC
16h – 16h20 | Discussão/debate: MUTUA-ES e INCAPER
16h20 – 16h30 | Considerações finais e encerramento
Fonte: Portal Campo Vivo
O Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), por meio da Coordenação de Meteorologia, divulgou o prognóstico climático para a primavera de 2026, que começa nesta terça-feira (22). Para o Espírito Santo, a previsão indica temperaturas acima da média e chuvas irregulares ao longo do trimestre de outubro a dezembro, com possibilidade de déficit de precipitação de até aproximadamente 50 milímetros em grande parte do Estado.
A tendência de irregularidade das chuvas merece atenção especialmente nas regiões Norte, Noroeste e em áreas do interior capixaba. O cenário pode ser marcado por intervalos secos prolongados, intercalados por episódios de chuva forte, o que significa que mesmo locais com acumulados próximos da média podem enfrentar períodos de baixa disponibilidade de água.
O prognóstico também aponta elevada probabilidade de ocorrência de um El Niño muito forte durante a primavera. No entanto, o Incaper ressalta que o fenômeno não determina sozinho o comportamento das chuvas no Espírito Santo, que também depende da atuação de frentes frias, da umidade proveniente da Amazônia, da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) e de outros sistemas atmosféricos.
Para a agropecuária capixaba, a combinação entre temperaturas elevadas e chuvas irregulares pode aumentar a demanda por irrigação, dificultar o estabelecimento de lavouras e a recuperação das pastagens e elevar o risco de falhas de germinação. O Incaper recomenda o acompanhamento frequente das condições de chuva, temperatura, umidade do solo e disponibilidade de água nas propriedades, além do planejamento do plantio e da irrigação considerando a possibilidade de veranicos.
O prognóstico completo da Coordenação de Meteorologia do Incaper segue anexo.
Fonte: Assessoria de Imprensa Incaper
Segundo relatório estatístico da Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel (Abics), as exportações do produto somaram 7,7 mil toneladas (equivalentes a 333,7 mil sacas de 60 kg) em agosto, alta de 24,9% sobre o mesmo mês de 2025. Com a performance, os embarques acumulados em 2026 chegaram a 65,3 mil toneladas (2,83 mi de sacas), volume 12,8% superior às 57,9 mil toneladas (2,51 mi de sacas) registradas entre janeiro e agosto do ano passado.

O diretor executivo da entidade, Aguinaldo Lima, destaca que o crescimento é consistente, uma vez que, com exceção a janeiro, todos os meses de 2026 igualaram ou superaram os volumes de 2025, com altas que chegaram a 38,9% em junho, por exemplo.
Segundo ele, dois movimentos recentes nas relações comerciais do setor, um com a União Europeia (UE), principal destino dos cafés solúveis brasileiros como bloco, e outro com os Estados Unidos, maior país importador do produto nacional, reforçam a expectativa de um segundo semestre ainda mais forte.
“As exportações ao bloco europeu cresceram 44,2% no acumulado do ano, para 13,1 mil toneladas, e a entrada em vigor do Acordo Provisório de Comércio entre o Mercosul e a UE, em 1º de maio, abre espaço para ampliarmos ainda mais essa presença. Já os embarques aos EUA seguem 6,1% abaixo de 2025, mas, em agosto, primeiro mês completo após a retirada do tarifaço, subiram 86,8% na comparação anual, um sinal de retomada que esperamos ver mantido até o fim do ano”, projeta.

MERCADO INTERNO
O desempenho também é positivo no mercado interno. Nos oito primeiros meses de 2026, o consumo de café solúvel no Brasil somou 19,7 mil toneladas, incremento de 11,9% em relação ao mesmo período do ano passado. O avanço é observado em duas categorias: spray dried, que cresceu 11,7%, e freeze dried, que possui maior valor agregado e evoluiu 13,3%.

Aguinaldo Lima acredita que a combinação entre investimentos constantes e lançamentos de novidades ao mercado por parte das indústrias brasileiras de café solúvel, a vigência do acordo Mercosul-UE e a retirada do tarifaço dos EUA pode levar o setor a um resultado histórico em 2026.
“O Brasil tem forte possibilidade de bater recorde tanto em volume exportado quanto no consumo interno de café solúvel”, estima.
REFORMA TRIBUTÁRIA
Em contraste com o bom momento das exportações e do consumo interno, a Reforma Tributária acende um sinal de alerta para o setor.
Instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023, a reforma promove uma ampla modernização do sistema tributário brasileiro, mas traz mudanças relevantes para a indústria de café solúvel.
Historicamente, o setor conta com um crédito presumido de PIS/Cofins sobre a aquisição do café verde, mecanismo criado para estimular a industrialização e preservar a competitividade das exportações.
“Esse crédito, equivalente a 7,4% do valor da matéria-prima, sempre contribuiu diretamente para a redução dos custos de produção, mas, com a implementação das novas regras, o benefício foi reduzido para 6,66% em 2026 e será integralmente extinto a partir de 1º de janeiro de 2027”, informa o diretor executivo da Abics.
Lima explica que, embora o café tenha sido incluído na Cesta Básica Nacional, com alíquota zero dos novos tributos (CBS e IBS), essa medida não produz o mesmo efeito financeiro para a indústria, uma vez que a desoneração não substitui o crédito presumido utilizado até então para reduzir o custo da matéria-prima.
“Como consequência, a extinção do benefício representará um aumento na estrutura de custos da indústria brasileira de café solúvel, com impactos sobre toda a cadeia produtiva”, comenta.
Diante desse cenário, a Abics mantém diálogo permanente com o governo federal e o Congresso Nacional em busca de alternativas que preservem a competitividade do setor, incluindo mecanismos de transição ou compensação. “Até o momento, contudo, não há sinalização de reversão da medida, o que deverá resultar na incorporação, a partir de 2027, de um custo antes compensado pelo crédito tributário no produto final”, conclui.
Fonte: Portal Abics
Com uma produção de 1,5 milhão de mudas na nova safra de nativas, o Viveiro Nova Floresta conta com um catálogo reúne cerca de 130 espécies do bioma Mata Atlântica. A produção de nativas em larga escala exige mais do que volume: envolve planejamento, estrutura, equipe especializada e acompanhamento nas diferentes etapas, desde a coleta das sementes até o desenvolvimento das plantas.
O empreendimento, fundado em 2023, trabalha com projetos de diferentes portes. A diversidade permite atender demandas relacionadas à restauração ambiental, ao reflorestamento e a iniciativas que necessitam de capacidade de fornecimento e qualidade das mudas.
A escala da produção é resultado de uma estrutura planejada para acompanhar cada fase do desenvolvimento das plantas. Da coleta de sementes à formação das mudas, o processo é conduzido por uma equipe especializada, com cuidados que acompanham o ciclo de produção.
“Depois de prontas, as mudas seguem para o campo de acordo com o período adequado para o plantio. Na região Sudeste, essa etapa acontece entre outubro e março, durante o período chuvoso, quando não há interferência climática”, explica o gestor do Viveiro Nova Floresta, Adriano Alves da Luz.
Além de espécies nativas, o Grupo Viveiro Nova Floresta trabalha com a produção de mudas de mamão e está em fase de montagem da sua estrutura para a comercialização de mudas de café conilon.
Fonte: Assessoria de Comunicação Viveiro Nova Floresta
O Brasil alcançou um marco histórico no mercado de trabalho. A taxa de desemprego recuou para 5,3% no trimestre encerrado em julho de 2026, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado é o menor registrado para um trimestre encerrado em julho desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), em 2012.
A população ocupada também atingiu o maior patamar da série, com 103,3 milhões de pessoas trabalhando, enquanto o contingente de empregados do setor privado com carteira assinada chegou a 39,4 milhões, novo recorde.
Para o Conselho Nacional do Café (CNC), os indicadores reforçam a relevância das políticas de geração de emprego, da formalização das relações trabalhistas e, sobretudo, do diálogo permanente entre Governo, trabalhadores (as) e setor produtivo.
Cafeicultura se destaca na geração de empregos formais
Neste contexto, dados do Novo Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), demonstram a força da atividade cafeeira na geração de oportunidades formais de trabalho. Somente em junho, o cultivo de café registrou saldo positivo de 4.630 empregos formais, distribuídos por 464 municípios brasileiros. A atividade ficou entre as principais responsáveis pela geração de empregos no setor agropecuário naquele mês.
No acumulado do primeiro semestre, o cultivo de café alcançou aproximadamente 29,2 mil novos postos formais de trabalho em 663 municípios, evidenciando a capacidade da cafeicultura de gerar renda, oportunidades e proteção social nas regiões produtoras. O resultado acompanha o ciclo produtivo da cultura, especialmente o período de colheita, mas também evidencia a crescente importância da formalização das relações de trabalho no campo.
É nesse ambiente que o Conselho Nacional do Café destaca o trabalho desenvolvido, ao longo dos últimos anos, em parceria com o Ministério do Trabalho e Emprego e com as entidades representativas da cafeicultura.
O CNC deu o start e tem participado ativamente dessa construção, levando ao Governo Federal as demandas e particularidades dos produtores de café e contribuindo para a construção de soluções que sejam, simultaneamente, socialmente responsáveis, juridicamente seguras e economicamente viáveis.
O CNC também destaca a participação das entidades da iniciativa privada do Conselho Deliberativo da Política do Café (CDPC) que integram e contribuem para o diálogo no setor, entre elas CNA, Cecafé, ABIC, ABICS e organizações representativas dos trabalhadores, além dos órgãos do Governo Federal e instituições internacionais.
Um dos pontos considerados fundamentais pelo CNC nessa agenda é a conscientização de produtores, trabalhadores e trabalhadoras sobre os benefícios da formalização. Durante as discussões com o Governo Federal, ganhou especial importância a necessidade de esclarecer que o trabalhador que recebe Bolsa Família não perde automaticamente o benefício ao conseguir um emprego formal.
Essa informação foi amplamente divulgada pelo Governo Federal e pelo próprio ministro Luiz Marinho durante ações e visitas às regiões produtoras, contribuindo para combater um receio que, durante anos, dificultou a formalização de trabalhadores temporários da cafeicultura.
Mudanças necessárias
Apesar de todos os avanços ainda existem dificuldades que precisam ser enfrentadas. O Conselho Nacional do Café já formalizou os temas junto ao MTE e tem trabalhado para que sejam efetivamente acatados. “As propostas de melhoria apresentadas pelo CNC ao MTE buscam alterações fundamentais como a implantação da dupla visita, a extensão das horas laborais durante a colheita já que o trabalhador temporário ganha por produtividade. Embora trabalhadores urbanos e rurais estejam submetidos à legislação trabalhista, são atividades com características, ambientes e dinâmicas completamente distintas, o que exige uma aplicação adequada e compatível das normas. Além disso, a responsabilização de ambas as partes no caso do não uso do equipamento de proteção individual (EPI) se fornecido e orientado seu uso corretamente; da simplificação do processo de formalização da carteira de trabalho; e o avanço nos contratos entre o legislado e o acordado, entre outros”, explicou Silas Brasileiro, presidente do CNC.
Por fim, o Conselho reforça a importância que todo esse trabalho seja cada vez mais educativo e orientativo.
Fonte: Assessoria de Comunicação CNC
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Iniciativas socioambientais da Samarco fazem parte de uma estratégia que combina recuperação ambiental, participação social e desenvolvimento local

Realizado pela Ufes, programação aborda cultivares, irrigação, drones, doenças e conservação do solo

Temperaturas acima da média e chuvas irregulares, com possibilidade de períodos de estiagem, estão entre as tendências para o Estado
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