
Nova Floresta promove momento especial em homenagem ao Dia Internacional da Mulher
A iniciativa reconhece aimportância das mulheres dentro e fora do ambiente de trabalho
Empenhados em tornar as atividades agrícolas e florestais sustentáveis, reduzindo o uso de recursos naturais, os custos na produção de mudas e a perda no plantio, o Viveiro Nova Floresta iniciou a produção de mudas nativas utilizando o paper pot, um recipiente feito com papel 100% biodegradável.
O produto substitui o uso de tubetes e de sacolas plásticas, e não há necessidade da retirada da embalagem que se decompõe entre 4 e 6 meses, minimiza a perda de mudas e reduz o estresse durante a transição do viveiro para o local do plantio.
Nosso slogan é: “Mudamos o mundo uma muda por vez”. Junte-se a nós nessa jornadas de preservação ambiental e descubra como podemos atendê-lo de forma consciente e eficaz.
Zanthoxylum rhoifolium Lam.
Lecythis marcgraaviana Mier
Cecropia glaziovii Snethl.
Hymenaea aurea Y.T.Lee & Langenh
Copaifera duckei Dwyer
Swietenia macrophylla King
Em celebração ao Dia Internacional da Mulher, o Viveiro Nova Floresta realizou um momento especial dedicado às suas colaboradoras, reconhecendo a força, a dedicação e a importância das mulheres dentro e fora do ambiente de trabalho.
Atualmente, o viveiro conta com 16 mulheres em sua equipe, profissionais que desempenham um papel essencial em todas as etapas do processo produtivo, especialmente no cuidado com as mudas – uma atividade que exige atenção, sensibilidade e zelo.
O trabalho delicado de manuseio, preparo e desenvolvimento das mudas é conduzido com responsabilidade e comprometimento, características que refletem a importância feminina no setor, disse a diretora do Grupo Viveiro Nova Floresta, Jacqueline Delogo Ferreira, reforçando que a iniciativa é uma forma de valorização e reconhecimento.
“Reconhecemos a força da mulher e a sua importância para a sociedade e para o nosso viveiro. A ação reforça o compromisso do viveiro com a valorização das pessoas, promovendo um ambiente de respeito, reconhecimento e igualdade, celebrando o protagonismo feminino dentro da empresa e na sociedade”, frisou a diretora do Grupo Viveiro Nova Floresta.
Fonte: Assessoria de Comunicação Viveiro Nova Floresta
O Viveiro Nova Floresta anunciou uma importante novidade para fortalecer o atendimento aos produtores rurais e viveiristas: a aquisição de um caminhão próprio, especialmente destinado ao transporte e à entrega de mudas e do recipiente paper pot em todo o território nacional. A iniciativa busca atender à crescente demanda do setor, oferecendo mais segurança, agilidade e eficiência logística.
Com capacidade média para transportar cerca de 50 mil mudas por viagem e entre 150 mil e 200 mil unidades de pot paper, a depender do diâmetro, o novo veículo já está em operação. As entregas, segundo a diretora do Grupo Viveiro Nova Floresta, Jacqueline Delogo Ferreira, são realizadas em diversas regiões do Brasil, garantindo que produtores e viveiristas recebam seus pedidos com maior comodidade e organização.
“O investimento foi motivado, principalmente, pela dificuldade enfrentada pelos clientes na contratação de fretes adequados para esse tipo de carga. O transporte de mudas exige cuidados específicos, como acondicionamento apropriado, ventilação e estabilidade durante o trajeto”, explicou a diretora.
Com o caminhão próprio, o viveiro passa a oferecer uma logística mais segura e adaptada às necessidades do produto, reduzindo riscos de danos e assegurando a qualidade das mudas até o destino final.
Agendamento
Outro diferencial é que o agendamento da entrega e a consulta do valor do frete podem ser feitos no ato da encomenda, facilitando o planejamento do produtor e garantindo maior transparência no processo.
A medida representa um avanço estratégico para o viveiro, que reforça seu compromisso com a eficiência, o suporte ao produtor e a expansão do atendimento em todo o Brasil.
Fonte: Assessoria de Comunicação Viveiro Nova Floresta
A EDP, distribuidora de energia elétrica do Espírito Santo, está convocando os agricultores que utilizam irrigação ou aquicultura para realizarem o recadastramento obrigatório, visando assegurar a continuidade do desconto de 60% na tarifa de energia elétrica no horário destinado à atividade. O processo de atualização cadastral precisa ser finalizado dentro do prazo de seis meses contados da primeira notificação impressa na fatura e pode ser realizado, preferencialmente, pelo site https://www.edp.com.br/cadastro-rural.
Um alerta importante é quanto à documentação que deve ser apresentada mesmo que o cliente não deseje manter o benefício no próximo ciclo, pois a mesma é necessária para a regularização cadastral para análise do período anterior ao qual se aplica a cobrança retroativa.
O recadastramento, exigido pela ANEEL a cada três anos, visa garantir que apenas atividades de irrigação ou aquicultura ativas recebam o benefício. Neste ciclo, ao todo, 15.344 clientes da baixa tensão (Grupo B), classificados como irrigantes ou aquicultor, terão que atualizar seus dados para não perderem o benefício. Até o momento, 75% dos clientes já realizaram o recadastramento.
A comunicação sobre a necessidade do recadastramento vem na conta de energia, destacada na seção “Atenção”. Além disso, a EDP também está enviando mensagens via whatsapp, SMS e emails para os números e endereços eletrônicos registrados. Diante disso, a distribuidora reforça que é fundamental que os clientes mantenham seus dados atualizados.
A região Norte do Espírito Santo concentra mais de 80% dos clientes irrigantes elegíveis ao recadastramento, principalmente nos municípios de Nova Venécia, São Mateus, Rio Bananal, Linhares, Jaguaré e Aracruz.
Documentação
Para realizar o recadastramento, é necessário apresentar documento que dá direito sobre o uso de água para irrigação como outorga, protocolo de solicitação ou dispensa da outorga pelos órgãos competentes e documentos de comprovação de atividade rural como bloco de produtor, inscrição estadual de produtor rural, contrato de arrendamento, entre outros.
Informações adicionais:
· O recadastramento pode ser solicitado pelo site https://www.edp.com.br/cadastro-rural. Reforçando a atenção para anexar a documentação completa solicitada.
· A documentação de outorga possui validade pelo órgão emissor. Os clientes precisam apresentar documentação com validade ainda em vigência para concretizar o recadastramento. Caso a documentação esteja vencida o pedido será negado para continuidade do benefício, mas será considerada para análise do retroativo.
· O cliente que não se manifestar ou apresentar documentação incompleta/inválida terá seu benefício cancelado e será informado em fatura sobre a perda. Além da perda, será realizada a cobrança retroativa do benefício recebido de forma indevida via cobrança complementar. Essa cobrança cessará caso o cliente apresente a documentação completa e o débito ainda não esteja vencido.
· Não haverá emissão da cobrança retroativa caso o cliente apresente imediatamente a documentação necessária e regularize o cadastro.
Em caso de dúvidas, a EDP orienta a contatar os canais oficiais da empresa.
WhatsApp: (27): 99772-2549
Site: www.edponline.com.br
Central de Atendimento: 0800 721 0707
Fonte: assessoria de imprensa EDP
O governo federal elevou o imposto de importação sobre mais de mil produtos estrangeiros, incluindo smartphones, máquinas industriais e equipamentos de informática e telecomunicações. O aumento das alíquotas pode chegar a 7,2 pontos percentuais e já começou a entrar em vigor neste mês, com parte das mudanças prevista para março.
Segundo o Ministério da Fazenda, a decisão foi tomada diante do crescimento das importações desses itens, que aumentaram mais de 33% desde 2022. A pasta afirma que a presença desses produtos no mercado nacional já supera 45% do consumo em alguns segmentos, o que, na avaliação do governo, representa risco à indústria brasileira e à capacidade produtiva do país.
A medida tem como objetivo fortalecer a produção nacional, reduzir a dependência externa e estimular a substituição de produtos importados por similares fabricados no Brasil. O governo também argumenta que o uso de tarifas é uma prática adotada internacionalmente para equilibrar a concorrência e proteger setores estratégicos.
Por outro lado, representantes do setor de importação avaliam que o aumento dos impostos pode dificultar investimentos e elevar custos para empresas que dependem de equipamentos estrangeiros. O impacto pode chegar a diferentes áreas, como saúde, infraestrutura e tecnologia, com possível reflexo nos preços finais ao consumidor.
Entre os produtos afetados estão smartphones, freezers, robôs industriais, equipamentos hospitalares, impressoras, tratores, motores e aparelhos de diagnóstico médico. Apesar do aumento das tarifas, o governo informou que empresas poderão solicitar a redução temporária do imposto para determinados produtos até o fim de março.
Fonte: Redação Band News FM
Os resultados obtidos por meio do diagnóstico fitopatológico têm papel decisivo na produção agrícola e no manejo adequado das lavouras. É a partir deles que o produtor consegue identificar com precisão o que está causando os sintomas nas plantas e, assim, adotar medidas corretas e eficientes. Nesse contexto, a Clínica Fitopatológica, vinculada ao Laboratório de Epidemiologia e Manejo de Plantas (Lemp), da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), campus Alegre, é referência no apoio técnico ao setor produtivo.
Segundo o coordenador da clínica, Willian Bucker Moraes, doutor em Proteção de Plantas (Fitopatologia), professor e pesquisador da universidade, um dos maiores problemas enfrentados atualmente na agricultura é o diagnóstico incorreto, que resulta no uso indevido de defensivos agrícolas, tanto químicos quanto biológicos.
Esse uso inadequado está, na maioria das vezes, relacionado à falta de diagnóstico ou a diagnósticos incorretos, explica. “Sem um resultado confiável, o produtor acaba aplicando produtos sem necessidade, elevando custos e, muitas vezes, sem resolver o problema”, frisou o pesquisador.
A clínica atua com dois setores integrados, entomologia e fitopatologia, que permitem a identificação precisa dos agentes causais de doenças e pragas. Os resultados das análises oferecem ao produtor, consultores e pesquisadores informações seguras para a tomada de decisão no manejo das culturas, evitando intervenções desnecessárias e prejuízos à lavoura.
Além das análises convencionais, a clínica fitopatológica também realiza diagnósticos em nível molecular, o que amplia ainda mais a confiabilidade dos resultados. O produtor pode optar por identificações em nível de gênero ou, de forma mais detalhada, em nível de espécie. Essa precisão permite que o manejo seja direcionado de forma específica, aumentando a eficiência do controle e reduzindo impactos ambientais.
Os resultados também contribuem diretamente para a sustentabilidade da produção agrícola. “Ao identificar corretamente o problema, o produtor reduz o uso de insumos, diminui despesas e evita aplicações excessivas de defensivos. Isso reflete não apenas em economia financeira, mas também em uma produção mais sustentável e de melhor qualidade”, reforça o coordenador da Clínica Fitopatológica.
Envio correto das amostras
Para que os resultados sejam confiáveis, o momento certo da coleta é determinante, já que materiais enviados em estágio avançado de decomposição comprometem a análise. Por isso, a equipe orienta os produtores por meio do Instagram @lemp_ufes e do contato telefônico da clínica 28 99924-5542, garantindo que o material chegue em condições adequadas para o diagnóstico.
Atualmente, a clínica atende culturas como café, pimenta, morango, tomate, mamão e feijão, além de outras, conforme demanda. Hoje, os produtores enviam os materiais para análise em laboratórios dos estados de São Paulo e Minas Gerais que cobram o dobro do praticado pela Ufes.
A recomendação é que as amostras sejam coletadas e logo em seguida enviadas. Por exemplo, coletar no domingo e enviar no máximo na segunda-feira, garantindo que o material seja analisado ao longo da semana sem perda de suas características. Deve-se evitar enviar material no fim de semana. Dessa forma, os resultados entregues pela clínica se tornam uma ferramenta estratégica para o produtor rural, orientando decisões mais assertivas, econômicas e sustentáveis no campo.
Fonte: Portal Campo Vivo
O Brasil exportou 2,780 milhões de sacas de 60 kg de todos os tipos de café em janeiro de 2026, volume que implica declínio de 30,8% em relação aos 4,016 milhões de sacas registrados no primeiro mês do ano passado. Em receita cambial, a queda foi de 11,7%, com os recursos obtidos com os embarques somando US$ 1,175 bilhão. Os dados são do relatório estatístico mensal do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).
De acordo com o presidente da entidade, Márcio Ferreira, o movimento de baixa dos preços iniciado em janeiro – intensificado em fevereiro – devido à previsão de boa recuperação na produção brasileira de café na safra 2026/27, principalmente da variedade arábica, aliado à queda do dólar, desaqueceu os negócios internacionais.
“Vivemos um cenário de produtores capitalizados em função dos bons preços nos últimos anos, estoques de arábica limitados no período de entressafra e os cafés conilon e robusta sendo utilizados para suprir, majoritariamente, o mercado interno. Esse contexto é o que vem ocasionando a redução acentuada nos volumes negociados com o exterior e deve permanecer até a entrada da próxima safra”, explica.
Ferreira completa que, no exemplo do conilon e do robusta, à medida que se aproxima a nova safra, a partir de maio, já é notada uma possibilidade de recuperação das exportações, com o Brasil se alinhando aos principais concorrentes.
“Possivelmente, deveremos observar o mesmo cenário para o café arábica a partir de julho, com a chegada da safra 2026/27. Até então, os volumes de exportação devem seguir apertados dada a falta de competitividade, principalmente dos arábicas, frente a outros países produtores concorrentes”, conclui.
TIPOS DE CAFÉ
Em janeiro deste ano, o café arábica, com 2,347 milhões de sacas, permaneceu como o mais exportado pelo Brasil. Esse volume equivale a 84,4% do total embarcado, mas implica recuo de 29,1% frente a janeiro de 2025.
Na sequência, aparece o café solúvel, apesar da baixa de 32 pontos percentuais na comparação anual. No primeiro mês deste ano, foram remetidas 249.148 sacas desse produto ao exterior, gerando uma representatividade de 9% nas exportações totais.
Os cafés canéforas (conilon + robusta), com 181.559 sacas – redução de 45,6% ante jan/25 e 6,5% do total –, e o segmento industrial do produto torrado e torrado e moído, com 2.317 sacas (-53,8% e 0,1% de representatividade), completam a lista.
PRINCIPAIS DESTINOS
A Alemanha foi o principal destino dos cafés do Brasil no mês passado, com a importação de 391.704 sacas, o que equivale a 14,1% do total, porém implica declínio de 16,1% na comparação com janeiro de 2025.
Os Estados Unidos, com 13,9% de representatividade, adquiriram 385.841 sacas (-46,7%) e ocuparam o segundo lugar no ranking. Fechando o top 5, vêm Itália, com a importação de 285.580 sacas (+6%); Bélgica, com 180.812 sacas (-12,7%); e Japão, com 169.357 sacas (-32%).
CAFÉS DIFERENCIADOS
Os cafés especiais, que possuem qualidade superior e/ou certificados de práticas sustentáveis responderam por 21,2% das exportações totais brasileiras no mês passado, com a remessa de 588.259 sacas ao exterior. Esse volume é 41,9% inferior ao registrado em janeiro de 2025.
A um preço médio de US$ 463,53 por saca, a receita cambial com os embarques dos cafés diferenciados foi de US$ 272,7 milhões, o que corresponde a 23,2% do obtido com todos os embarques de café no primeiro mês deste ano. Na comparação com janeiro do ano passado, o valor é 30,6% menor.
No ranking dos principais destinos dos cafés diferenciados, a Alemanha aparece na liderança, com a compra de 78.352 sacas, o equivalente a 13,3% do total. Completando o top 5, vêm EUA, com 70.048 sacas e representatividade de 11,9%; Itália, com 68.978 sacas (11,7%); Bélgica, com 63.072 sacas (10,7%); e Holanda (Países Baixos), com 58.265 sacas (9,9%).
PORTOS
O Porto de Santos foi a principal porta de saída dos cafés do Brasil ao exterior em janeiro, com o embarque de 2,252 milhões de sacas e representatividade de 81% no total. Na sequência, aparecem o complexo portuário do Rio de Janeiro, que respondeu por 15,7% das exportações ao remeter 435.958 sacas para fora do país, e o Porto de Paranaguá (PR), responsável pela exportação de 31.244 sacas, com participação de 1,1% no geral.
SAFRA 2025/26
No acumulado de julho de 2025 a janeiro de 2026, as exportações brasileiras de café totalizam 23,406 milhões de sacas, gerando o ingresso de US$ 9,235 bilhões no país. Na comparação com os mesmos sete meses do ciclo cafeeiro 2024/25, a atual performance apresenta queda de 22,5% em volume, mas incremento de 8,1% em receita cambial.
Confira o relatório completo das exportações dos cafés do Brasil, com a atualização dos números referentes a janeiro de 2026, no site do Cecafé: https://www.cecafe.com.br/.
SOBRE O CECAFÉ
Fundado em 1999, o Cecafé representa e promove ativamente o desenvolvimento do setor exportador de café nos âmbitos nacional e internacional. A entidade oferece suporte às operações do segmento por meio do intercâmbio de inteligência de dados, ações estratégicas e jurídicas, além de projetos de cidadania e responsabilidade socioambiental. Atualmente, possui mais de 100 associados, entre exportadores, produtores, associações e cooperativas de café no Brasil, que respondem por 96% dos agentes desse mercado no país.
Fonte: Cecafé
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A iniciativa reconhece aimportância das mulheres dentro e fora do ambiente de trabalho

O transporte vem atender a demanda, oferecendo mais segurança, agilidade e eficiência logística

O cliente, irrigante ou aquicultor, que não apresentar a documentação exigida no prazo, terá a perda imediata do desconto e ficará sujeito a cobrança retroativa do benefício
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